segunda-feira, 13 de julho de 2009

Caminhando

mata desnsa
mata escura
galhos , cipós , emaranhados
caminho tateando , vou devagar para não mais cair .
agora não ouço mais nada , nem aguá , nem pássaros e nada vejo na escuridão.
para onde o norte ?
por que o norte ?
perdido , aflito , e em conflito , sento e espero .
espero, nem sei o quê
friu , medo , insegurança e incerteza .
durmo.
esperarei o sol , o calor , o rumo
esperarei a luz , a alegris , a certeza .
esperarei a consciência e a presença que encontrarei
com a esperança da mão que você me estenderá .

a.marceu

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